Ateliê Artístico do Rio

Um espaço selecionado para oficinas na área artística.

O Ateliê Artístico do Rio começou há 14 anos atrás, quando a atriz Cristina Fagundes sentiu necessidade de um espaço para continuar treinando depois de formada e resolveu convidar um núcleo de diretores para ministrar oficinas para ela e para outros jovens atores com a mesma necessidade.  Dessa semente surgiria 8 anos depois o Centro de Reciclagem de Atores, projeto voltado para o treinamento continuado de atores profissionais.  O Centro de Reciclagem ou simplesmente Reciclagem, como os atores o chamavam, começou a funcionar em 2010 no Teatro Maria Clara Machado e, em apenas 3 anos de funcionamento, reuniu mais de 50 ministrantes em oficinas variadas para mais de 300 alunos, capacitando e conectando artistas e movimentando o mercado de ensino no Rio.    Com o sucesso das oficinas e o boca-a-boca dos alunos, o projeto continuou crescendo e em 2013 virou o Ateliê Artístico do Rio, um espaço diferenciado, que prima pela qualidade de seus cursos, ao promover oficinas arrojadas e atuais, sempre com profissionais tarimbados e atuantes no mercado.
Nossa missão é oferecer oficinas de primeira linha, envolvendo sempre os melhores e mais requisitados profissionais do mercado, para promover o aprimoramento artístico e pessoal dos nossos alunos.

Coordenando e cuidando de perto de tudo que acontece por aqui:

 

Cristina Fagundes

Atualmente está escrevendo sua sétima peça teatral, dando oficinas de dramaturgia na CAL e aulas de Construção de Personagem na Pós-Graduação de Roteiro da Universidade Veiga de Almeida.

É atriz, autora e diretora. Estudou nas principais escolas de teatro do Rio de Janeiro e trabalhou em mais de 20 peças de teatro e em 2 novelas. Trabalhou também como Administradora Cultural na Funarte durante 2 anos, implantando o Estação Teatral Funarte que levou 15 oficinas teatrais para 3 regiões diferentes do Brasil.

Foi Diretora Artística do Teatro Maria Clara Machado, de 2010 a março de 2012, sendo Diretora Geral e autora no projeto com maior média de público no teatro, o Clube da Cena, coletivo de autores, atores e diretores que se reúne uma vez por ano para encenar uma nova peça por semana durante 8 semanas consecutivas.

Foi autora na peça Igual a Você, com direção de Ernesto Piccolo que fez turnê em 2011 pelo Brasil e contou com atuação de Camila Morgado, para a qual escreveu especialmente um solo. Foi diretora de produção da Ocupaçao Clube de Teatro que em 2009 sacudiu o Teatro Estadual Gláucio Gill, contribuindo para sua revitalização. Foi assistente de direção de Domingos Oliveira em 2011 na trilogia Sentimento do Mundo, que ficou em cartaz no Oi Futuro. Indicada no Festival Internacional de Humor de 2008 como melhor diretora, autora e esquete. Foi co-autora, ao lado de Nuno Leal Maia da peça Carlota Joaquina que recebeu patrocínio da Tele-Centro Norte e fez turnê pela região Centro norte do pais em 2002.  Jurada do Prêmio Luso Brasileiro de Dramaturgia 2012 a convite do Ministério da Cultura e Menção Honrosa pelo conjunto da Obra pelo Prèmio de Dramaturgia do Festival de Niterói 2012. Formada em Comunicação Social pela PUC-RJ e em Interpretação Teatral na UNI-RIO (incompleto), bailarina contemporânea, formada pela Faculdade e Escola Angel Vianna, Cristina trabalhou ainda com redação publicitária obtendo diversos prêmios como o Grand Prix do Prêmio Colunistas e o Grand Prix do Prêmio Folha Dirigida. Cristina fez, no início de 2012, um treinamento intensivo de 100 horas nas técnicas de Suzuki e viewpoints na sede da Siti Company, companhia teatral dirigida por Anne Bogart, responsável por sistematizar a técnica de viewpoints. Trabalhou com os diretores teatrais Hamilton Vaz Pereira, Sergio Britto, Daniel Herz, entre outros.

Breno Sanches

é formado em direção teatral pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e fundador e diretor artístico da Cia Teatral Milongas desde 2003, e no seu trabalho com a Cia, já administrou uma sede própria, entre 2008 e 2009, foi responsável pela administração artística do Teatro Municipal Ziembinski, na cidade do Rio de Janeiro, entre 2010 e 2011, coordenou um espaço no Centro Comunitário Lídia dos Santos (CEACA-Vila), dentro do Morro dos Macacos, onde também oferecia oficinas gratuitas para crianças e adolescentes do local, entre 2012 e 2015. E, ainda hoje, continua desenvolvendo sua pesquisa cênica com a Cia Teatral Milongas.
Alguns dos seus espetáculos como diretor são: “Os Bambas da Rádio” (2016), “Rosencrantz e Guildenstern estão mortos” (2015), “Pequenos Poderes” (2015), “Clube da Cena” (2014), “Tirando a Limpo – a história de um circo” (2014), “POP – 15 minutos de fama” (2014), “Crônicas de um Paraíso Fantástico” (2013), “Contos Fadados” (2013), “Espelunca” (2011), “Clube da Cena” (2011-2010), “Conversas Inversas Histórias Diversas” (2009), “La Careta Que Cae” (2007), “Casa Verde” (2006), “Amor Natural” (2005) “Obsessões Cariocas” (2005), “À Margem da Vida” (2004), “O Malfeitor” (2004), “Era uma vez, e não era uma vez…” (2003)
E participou de diversos festivais nacionais e internacionais, onde recebeu indicações e prêmios de melhor espetáculo e melhor direção.